Mensagens
A família modelo
Reflexão: Lucas 2:39-40 – Salmo 127 e 128 Deus é um Deus de alianças.
Em toda a Escritura Deus fez sempre alianças com famílias (Gênesis 12:1-3; 18:18-19).
A intenção era que as crianças incluídas nesse pacto fossem instruídas e criadas na “disciplina e admoestação do Senhor” e, dessa forma, fossem despertadas para amá-lo e servi-lo.
O projeto de Deus para a família era que o lar se tornasse um instrumento de preparação para a manifestação completa da Graça de Deus.
Provérbios 22:6 – “Ensina a criança”.
O MODELO PERFEITO: O LAR DE JESUS
Deus instituiu a família para expressar nesse mundo Sua imagem (Caráter e Amor). Quando enviou Seu Filho a este mundo, não suspendeu nem violou nenhuma lei do crescimento e desenvolvimento humano.
Filipenses 2:6-8 – Descrição do esvaziamento e humilhação sofridos por Jesus quando abriu mão da glória e igualdade divina. Porém, não abriu mão da necessidade de um lar humano em que pai e mãe possuíssem as qualidades para a boa paternidade.
Lucas 1:26-55 – Maria é a expressão de uma mulher de piedade, santidade e obediência a Deus.
Mateus 1:18-25 – José é um homem reto, íntegro, constante e obediente a Deus. Formavam um casal que dava prioridade aos valores espirituais.
Lucas 2:40 – Aqui está o resultado natural de um lar assim constituído. Jesus encontrou sua identidade, segurança e autoestima. Nos importantes anos de seu desenvolvimento, ele encontrou aceitação incondicional, cuidado físico e emocional, estabilidade, amor e disciplina. Isto é o resultado de PAIS de caráter piedoso que demonstram retidão, atenção amorosa, e bondade estável. As distorções desse padrão, no sentido da injustiça, instabilidade, falta de amor ou disciplina, causam terríveis problemas nos fundamentos da personalidade. Aqui levantam-se barreiras para o entendimento futuro sobre a Graça de Deus, causando problemas espirituais e emocionais muito sérios que manifestam-se ao longo da existência.
Lucas 2:22 – Jesus foi levado ao templo quando contava 40 dias de idade.
Lucas 2:39-40 – Deus manifestou sua Graça sustentadora através de seus pais nos primeiros anos de seu desenvolvimento.
Lucas 2:51-52 – Aqui temos os resultados quando Jesus tinha 12 anos de idade. Isto era o modelo e padrão para todos os pais no sentido de apresentarem a Deus e ao mundo seus filhos.
Fonte: Pr. Carlos Alberto Bezerra – Comunidade de Graça
O Raio de Ação da Excelência
Por Bispo Robson Rodovalho

Certa feita eu estava num encontro quando começaram a cantar uma canção que tocou profundamente o meu coração. Eu percebi que o espírito de excelência estava naquela música. O meu espírito começou a regozija-se, e lágrimas começaram a cair dos meus olhos. A unção de Deus estava ali. Eu não conseguia me conter. No final da reunião eu perguntei a um pastor de quem era aquela música. Então, ele me apontou para um rapaz de pequena estatura, magro, lá no fim do palanque tocando uma guitarra. E ele ainda me disse que havia mais outras músicas iguais àquela. Eu fiquei maravilhado, e disse" Essa vai ser a geração da excelência".
Quando eu voltei desse encontro, fiquei pensando nas músicas que eu havia feito anos atrás. Eram músicas de louvor e adoração. Mas elas estão muito longe da posição espiritual que eu tenho agora. Não podemos ficar na mesmice ou na estagnação espiritual, sobretudo no que diz respeito à excelência. Precisamos crescer, avançar, romper as barreiras e superar os limites. Se pregarmos, temos que pregar da melhor maneira possível. Se cantarmos, temos que cantar da forma mais maravilhosa possível. Enfim, temos que ter o espírito de excelência em tudo o que fazemos.
Não podemos viver como um piano desafinado. Fomos chamados para sermos excelentes.
Não fomos chamados para a mediocridade. Não, isso não faz parte do reino de Deus. Fomos chamados para grandes coisas.
Fomos chamados para plantarmos tudo àquilo que é excelente. Nós refletimos a glória de Deus com a nossa excelência.
Precisamos nos aprimorar e perseguir a perfeição para expressarmos aquilo que Deus tem de melhor para essa geração.
Fonte: www.bisporodovalho.com.br
![]()
Onde estão os "Elias" de Deus?
I Reis 17.1
Nós estamos vivendo tempos muito semelhantes aos tempos de Elias. Voltando os nossos olhos para a Bíblia, podemos perceber que a sociedade de hoje está muito parecida com a sociedade dos tempos do profeta. A corrupção tem aumentado, a religiosidade tem contaminado a muitos, as pessoas têm sido enganadas, os padrões morais têm caído, o relacionamento com Deus tem se deteriorado, a miséria tem aumentado, a educação tem decaído, enfim, o mal tem dominado. Naquela situação, Deus buscou e encontrou um homem que sacudiu os alicerces do seu tempo: a história não foi a mesma depois de Elias! Mas onde estão os homens e as mulheres que irão sacudir a sociedade de hoje? Onde se encontram as pessoas que Deus busca? Onde estão os “Elias” de Deus? Deus está, hoje, convocando os “Elias” para intervirem na história.
Quando Deus levanta Elias?
Em I Reis 17.1 nós temos uma referência da época em que Deus levanta Elias. A primeira palavra desse texto é “Então”. Esse “então” é muito elucidativo e esclarecedor; ele foi colocado aí para ligar dois momentos históricos que formam uma seqüência, e mais: o segundo momento histórico surgiu para mudar o primeiro momento. A sociedade estava andando em uma direção; então chegou Elias e a sociedade começou a andar em outra direção. Mas como estava a sociedade antes de Elias? Como era a época em que Elias surgiu? Aliás, em que épocas surgem os “Elias” de Deus?
Lendo I Reis 16.29-34, nós podemos ver que a sociedade era um reflexo do Rei. Naquele tempo, o rei era a figura máxima dentro da sociedade; as pessoas o olhavam e sempre o viam como o único favorecido de Deus, ou como a personificação do próprio Deus. Dessa maneira, tudo o que o rei fazia a sociedade copiava; tudo o que ele dizia a sociedade realizava. Portanto, se o rei se afastava de Deus, toda a sociedade assim procedia; se o rei caía na idolatria, todos iam atrás. A Bíblia diz que o rei Acabe fez o que era mau perante o Senhor, e assim podemos concluir que toda a sociedade estava fazendo o mesmo porque seus atos eram o reflexo dos atos do rei. Se Deus é a referência de todas as coisas boas, Acabe e toda a sociedade estavam fazendo exatamente o oposto daquilo que é ensinado por Deus.
Não existe um rei instituído hoje no Brasil, mas existe uma mídia que, poderosa e sutilmente, tem influenciado as pessoas. Além do mais, existe um pensamento perverso envolvendo toda a sociedade, instigando e influenciando as pessoas a viverem fora dos padrões de Deus. Enquanto Deus diz sim para o casamento, a mídia transmite idéias falsas sobre o relacionamento e é absolutamente permissiva quanto ao sexo antes do casamento. Enquanto Deus diz sim para as roupas decentes, o pensamento perverso dessa era instiga homens e mulheres a se vestirem cheios de sensualidade e provocação. Deus diz sim para a honestidade, mas a sociedade diz sim para a esperteza e astúcia; Deus diz sim para o amor, mas o pensamento desse século diz sim para o interesse.
Lendo os versículos 31 a 33, vemos o sincretismo, a combinação de diversas crenças. O povo de Israel tradicionalmente adorava a Iavé, a Deus. Contudo, com o passar dos tempos, o povo de Israel começou a se deixar influenciar pelas religiões dos povos que estavam ao seu redor e, pouco a pouco, foi absorvendo das suas tradições. Isso se tornou mais evidente quando aconteceu o casamento entre Acabe e Jezabel. Para satisfazer a religião da esposa e conseguir apoio político, Acabe levantou um altar a Baal e o adorou. Com isso, as leis e os valores de Deus começaram a se misturar e ser influenciados pelas leis e valores de Baal, até que foi deixando de existir a verdade de Deus. Na sociedade de hoje está acontecendo o mesmo, com uma política diabólica de tolerância na fé. As pessoas têm negociado com a verdade em nome de um pseudo-amor. “Todos os caminhos levam a Deus; afinal, Ele é um só”, dizem. Então, abrem as portas da Igreja para todo o tipo de prática pagã e mundana.
No versículo 34, vemos que a sociedade estava desafiando a Palavra de Deus. Quando Israel entrou na Terra Prometida, a primeira cidade que conquistaram além do Jordão foi Jericó. No dia em que essa cidade foi destruída, Josué, inspirado pelo Senhor, proferiu a maldição contra todo aquele que tentasse reconstruir a cidade (Josué 6.26). Mas Hiel, o betelita, não quis dar ouvidos ao que Deus havia falado; antes, ele decidiu reedificar a cidade. O ato de Hiel era um reflexo dos atos da sociedade de um modo geral; sinal disso era a injustiça, o mal e a idolatria dentro da mesma. E a sociedade de hoje faz a mesma coisa. São muitos os que abertamente afirmam: “a Palavra de Deus é uma mentira.” Outros abertamente desprezam a Deus e adoram a Satanás. É impressionante e terrível, ao mesmo tempo, o crescimento e o avanço da bruxaria, do satanismo e outros cultos ao diabo que têm sido divulgados em todo o mundo.
Quem é Elias?
Lendo o texto de I Reis 17.1 nós vemos alguns traços dos “Elias” de Deus:
São homens dependentes de Deus - Elias não era um homem que confiava na própria força, perspicácia ou sabedoria. Antes, como ele mesmo se define, ele era alguém que vivia perante a face de Deus. Da mesma maneira como precisava de ar para respirar, ele precisava de Deus. A preocupação de Elias não era a comida para comer, a roupa para vestir, a casa para morar, dinheiro para ganhar ou gente para conversar; era Deus. Ele poderia ficar sem tudo, e ainda sobreviveria; mas se perdesse a percepção da presença de Deus, ele não suportaria. Ele era aquele homem que conversava com Deus e que O ouvia antes de agir, e não se deixava levar pelas pessoas, modismos, pensamentos ou vaidade. Esse era o seu apoio: o relacionamento com Deus.
Por isso, a sociedade podia estar caótica, com as pessoas fazendo o que era mau, sendo influenciadas para cometerem erros e aceitando o sincretismo, mas Elias permanecia firme. Ele se relacionava com Deus e sabia ouvir a Sua voz, e por isso não se deixava enganar. São homens ousados - Elias tinha coragem de se aproximar do rei de todo o Israel e dizer verdades, de confrontá-lo cara a cara. Elias havia ouvido a Deus, e Deus o havia enviado. Quem era o rei de todo o Israel diante do Rei de todo o universo? E não somente isso: porque andava com Deus, conhecia a Deus e sabia o que Deus queria, Elias profetizava o que aos olhos dos homens parecia impossível de acontecer. Ele disse: “Segundo a minha palavra, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos” (I Reis 17.1). Mesmo sabendo que a pena para os que profetizassem mentiras era a morte, ele profetizava o controle até sobre as forças da natureza!
Elias assim agia porque se apoiava em Deus e não temia nem pessoa nem circunstância alguma. Elias se apoiava em Deus e sabia que a sua vida estava em Suas mãos. Era o próprio Deus quem cuidava das necessidades de Elias; ele não dependia de mais ninguém e, por isso, ele era ousado diante de Deus.
Fonte: Diante do Trono
Home | CVC | Eventos | Missões | Multimedia | Ministérios | Rádio | Jovens Adoradres | CiVC | Redes | Shopping | Como Chegar | Contato
